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10 de 52 semanas: Minhas comidas preferidas são:

01 - Lasanha
A palavra lasanha provém da grega "lasanon" que significa pote de quarto. O termo foi depois emprestado pelos romanos como "lasanum" para significar pote de cozinhar. Os italianos usaram a palavra para definir o prato onde, hoje se sabe, era feita a Lasanha. Apesar de tradicionalmente se acreditar que a lasanha é um prato tipicamente originado na Itália, tem-se evidências de que há um prato muito similar conhecido como "loseyns" (lê-se lasan), comido na corte de Rei Ricardo II no século XIV. (fonte)


02 - Feijoada
Bem mais provável é que a feijoada seja uma adaptação local do cozido português - na Europa da época, surgiram outros pratos juntando carnes variadas e feijão (só que branco), como também é o caso do cassoulet, originário da França. "Em diversos países, encontram-se variações da receita em que vários ingredientes são cozidos na mesma panela. Os séculos 16 a 18 foram marcados pela escassez de alimentos: não podia haver desperdício". Os acompanhamentos da feijoada servidos hoje - arroz branco, farofa, couve refogada e laranja - só foram incorporados muito mais tarde, provavelmente no século 19. (fonte)


03 - A La Minuta
O "à la", de origem francesa aqui significando “a cada minuto”, ou seja, a toda hora, na hora em que o freguês quiser. Num restaurante a expressão significa que ali há um prato que se prepara naquele exato momento, rápido, em geral uma composição de arroz, bife, batata frita, ovo frito e alguma salada. A forma é híbrida: em francês, a forma seria à la minute , que a gente transformou para “à la minuta”, e que se vê escrito de tudo quanto é jeito: ala minuta , a la minuta , alaminuta , à la minuta. (fonte)


04 - Churrasco
Eram os tropeiros, cuja refeição básica nas breves paradas de acampamento consistia num pedaço de carne fresca, assada ao calor das brasas no chão e temperado com um pouco de cinza. (...) E como os tropeiros, invernadores e seus peões tinham no gado assado sua dieta principal, agora salgado. Eles haviam copiado dos índios o costume de colocar mantas de carne sob o arreamento, no lombo do cavalo, enquanto cavalgavam. No ponto de parada, devidamente salgado pelo suor do animal, a carne estava pronta para ir ao fogo. Como se vê, o churrasco tornou-se fio condutor da história rio grandense e prosseguiu nesse papel durante o terceiro ciclo da fixação à terra, a chamada “civilização do estancieiro”. Agora já era uma larguíssima fazenda organizada, na qual a peonada saía para distantes lides de gado, que duravam semanas, meses e cujo cardápio era o churrasco, nutritivo e fácil de fazer com carne à mão. Foi nesse momento que tomou a forma de típico churrasco gaúcho como o conhecemos, com fogo de chão e espetos de carne fincados na terra ao redor. (fonte)


05 - Mousse de Maracujá
De origem Francesa, dizem que a França é a mãe da mousse.Ganharam muitas versões e algumas levam leite e ovos , outras apenas gelatina ou clara em neve. As mousses não necessitam de fogo, a não ser para derreter o chocolate, por exemplo, e são servidos gelados. Conservam-se bem congeladas por algumas semanas , mas após o descongelamento devem ser consumidas imediatamente. Existem muitas teorias e histórias da origem da palavra mousse. Uma das mais interessantes conta que na Roma antiga, existia uma mistura de mel com vinho chamada de muslum. Com as modificações do latim, a palavra transformou-se em mulsa. Em francês, a palavra se transformou em mousse e, por volta do século 19, foi o nome dado a um doce aerado preparado na Inglaterra. Mousse na França ou musse no bom português, significa algo leve e espumoso, porém com textura estável. (fonte)



Imagens: 01, 0203, 04 e 05.

Esta postagem faz parte do Desafio das 52 Semanas.

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